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Noticias de ‘João Paulo II’

Cruz da JMJ estará na Canção Nova em janeiro

A Cruz da Jornada Mundial da Juventude (JMJ) e o ícone de Nossa Senhora estarão na Canção Nova no dia 14 de janeiro de 2012. Desde setembro, quando os símbolos chegaram ao país, teve início a peregrinação que, até 2013, deve passar por todos os estados, em preparação à JMJ que acontecerá no Rio de Janeiro.

A ideia da visita dos símbolos na Canção Nova surgiu com a equipe do Revolução Jesus. O pedido foi enviado à Comissão Pastoral para a Juventude da CNBB, e a solicitação foi aceita. Essa grande preparação para a JMJ acontecerá durante o acampamento Revolução Jesus que reunirá jovens de todo o país, na sede da comunidade, em Cachoeira Paulista, interior de São Paulo.

De acordo com o responsável pela equipe, Adriano Gonçalves, “o Revolução Jesus tem sido, dentro do carisma Canção Nova, esta expressão de comunhão com a evangelização jovem. E este encontro se torna a oportunidade de demonstrar a força da unidade presente nos diversos trabalhos feitos na Igreja”.

A chegada da Cruz e do ícone de Nossa Senhora está prevista para às 11h. A acolhida será na entrada da Canção Nova e os jovens seguirão os símbolos, em procissão, até o Rincão do Meu Senhor, onde o símbolo ficará exposto para veneração até as 18h. Após esse horário, os símbolos deixam a Canção Nova e seguem viagem para continuar a peregrinação pela região nordeste.    

O sábado terá uma programação especial com pregação de Dom Roberto Lopes, padre Paulo Ricardo, Adriano Gonçalves e Missa com o presidente da da Comissão Pastoral para a Juventude da CNBB, Dom Eduardo Pinheiro.

Os dois símbolos da JMJ foram dados pelo beato João Paulo II aos jovens para que os levassem por todo o mundo anunciando o Evangelho.

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O presépio da Praça de São Pedro homenageia a Virgem Maria

O Presépio da praça de São Pedro deste ano é uma homenagem à Virgem Maria, em sinal de lembrança do Beato João Paulo II.

O escudo do pontífice polonês, de fato, como explica uma nota da assessoria de imprensa do Vaticano, “quer ser uma homenagem ao mistério central do cristianismo: a Redenção. Representa, essencialmente, uma cruz com um grande ‘M’ maiúsculo, que recorda a presença de Nossa Senhora sob a cruz”.

Além disso, a devoção mariana do Papa João Paulo II se expressa no lema Totus Tuus que ele escolheu quando já era cardeal.

“Toda a cena do presépio – continua a nota da Santa Sé – se inspira num gênero iconográfico tradicional. Inserida nos lugares onde historicamente se desenvolveu o evento sagrado, a cena principal está definida por elementos que reproduzem as arquiteturas e os lugares típicos da paisagem palestina e setores da vida diária”.

À esquerda do presépio construiu-se um templo e algumas casas, numa das quais “a disposição e a seleção das estátuas recordam o alegre anúncio do nascimento à Maria pelo anjo Gabriel” (cf. Lc 1,26-33).

O edifício Sagrado reproduzido na cena, no entanto, quer se lembrar do episódio da Apresentação de Jesus no Templo, durante o qual Simeão profetizou a dor de Maria pela morte do Filho (cf. Lc 2:34-35).

À direita do presépio reproduziu-se um edifício utilizado por uma família: no primeiro plano há duas figuras femininas, em memória do encontro de Maria com Isabel (cf. Lc 1:41-45).
A representação do presépio se completa com os personagens tradicionais provenientes do presépio criado em 1842 por São Vicente Pallotti, na Basílica de Sant’Andrea della Valle, em Roma.

A abertura do presépio em São Pedro, agora na sua 32ª representação, se terá no dia 24 de dezembro ao anoitecer. O projeto e a construção do presépio e do enfeite da árvore de Natal, como todos os anos, é preparado pelos serviços técnicos do Governatorato da Cidade do Vaticano.

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A Pastoral da Saúde à luz dos ensinamentos de João Paulo II

Bispos de todo o mundo estão reunidos em Roma para tratar da pastoral da saúde à luz do magistério do beato João Paulo II. Entre eles, o espanhol Rafael Palmero, que vai coordenar um painel de discussão. Espera-se também a presença do papa Bento XVI em alguns momentos do evento.

Os bispos responsáveis ​​pela Pastoral da Saúde nos vários países participarão de quinta-feira, 24, a sábado, 26 de novembro, na XXVI Conferência Internacional organizada pelo Conselho Pontifício para a Saúde.

Além de participar no evento, Dom Palmero, que é bispo da diocese de Orihuela-Alicante (na Comunidade Autônoma de Valência, Espanha) e responsável pastoral daquela região, vai moderar um painel de discussão no dia 24 de novembro sobre Os profissionais da saúde na escola de Cristo Médico e do testemunho do beato João Paulo II.

A mesa redonda contará com a presença de vários especialistas internacionais, incluindo o doutor Kuo-Inn Tsou, decano da Faculdade de Medicina da Universidade Católica Jen Fu de Taipei (Taiwan) e consultor do dicastério; a enfermeira mexicana María de Jesús Vilchez, vice- presidente do Comitê Internacional Católico de Enfermeiros e Assistentes Médico-Sociais das Américas; o espanhol José María Rubio, presidente da Associação de profissionais cristãos (Prosac), e a psicóloga e psicoterapeuta italiana Rosa Merola, consultora do Ministério da Justiça, em Roma.

Conforme relatado a Zenit pela diocese de Orihuela-Alicante, Dom Palmero, que está em Roma de 21 a 27 de novembro, não terá somente a tarefa de apresentar a ação da Igreja espanhola na área da pastoral da saúde, mas também desempenhará várias tarefas dentro do dicastério.

O bispo de Orihuela-Alicante é membro há cinco anos do Pontifício Conselho para a Pastoral da Saúde e para os Agentes da Saúde, criado em 1985 pelo beato João Paulo II.

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A paz começa nas pequenas coisas

Para realizar projetos de paz universal devemos começar com projetos de paz locais. Sugeriu o Observador Permanente da Santa Sé na UNESCO, Dom Francesco Follo, no seu discurso do dia 29 de outubro em Paris na 36ª Conferência Geral do organismo da ONU, mas só tornado público hoje pela Sala de Imprensa do Vaticano.

Em seu discurso, o bispo identificou três “pequenas sociedades”, onde são possíveis “encontrar modelos ou lições para viver em paz”, das quais a primeira é a família. “Se o homem quer aprender a ser humano, é na família e em nenhum outro lugar que começará a fazê-lo”, disse Mons. Follo, que definiu a família como aquela “célula social originária”, constituída pelos pais e os filhos.

Neste sentido, o diplomata do Vaticano recordou a exortação apostólica Familiaris Consortio do Papa João Paulo II. “Diante da dimensão global que hoje caracteriza os vários problemas sociais, a família vê estender-se numa maneira totalmente nova o seu papel no desenvolvimento da sociedade: trata-se de cooperar também numa nova ordem internacional, porque só na solidariedade mundial se podem enfrentar e resolver os enormes e dramáticos problemas da justiça no mundo, da liberdade dos povos, da paz da humanidade “(n. 48), escreveu há 30 anos, no dia 22 de novembro de 1981, Karol Wojtyla.

A segunda “pequena sociedade” é a escola. Segundo Follo, ela não é só um lugar de formação acadêmica, mas também o lugar onde as crianças “aprendem a se comportar como “seres sociais”. Na verdade, ela “seria um fracasso na sua missão se apenas proposse um ensino teórico, esquecendo de favorecer a introdução à uma vida comum serena, que é necessária no desabrochar de cada homem”.

Aqui, o bispo lembrou as palavras pronunciadas pelo Papa Bento XVI no dia 17 setembro 2010 em Londres aos professores e religiosos. “Como vocês sabem – disse o Papa – a tarefa do professor não é simplesmente transmitir informações ou fornecer formação técnica para trazer benefícios econômicos para a sociedade, a educação não é e nunca deve ser considerada como puramente utilitária. Trata-se principalmente de formar a pessoa humana, preparar ele ou ela a viverem a vida em plenitude – em suma trata-se de educar na sabedoria”.

Realizando isso – disse Mons. Follo – a escola não somente pode “formar operadores de paz” mas também “educar para entender o que somos: uma só família humana.”

A “pequena sociedade” de número três é a cidade. “Nosso mundo está cada vez mais urbanizado, e a cidade tornou-se o local de vida da maioria dos nossos contemporâneos. Tornou-se de forma contraditória o lugar no qual se expressam e vivem a cultura mais refinada e a maior violência, o lugar da riqueza e da pobreza mais esmagadora”, disse o diplomata do Vaticano. Justo por isso, continuou, “é necessário, portanto, trabalhar para  que a cidade, a vila ou vilarejo sejam verdadeiramente humanos”. 

“A edificação e a construção da paz usando as três camadas, família-escola-cidade, pode conduzir a uma cultura de paz que pode influenciar, de modo mais amplo, a convivência harmoniosa das nações”, reiterou o Observador permanente, lembrando também que em sua história de dois mil anos a Igreja Católica sempre foi “promotora da educação, da cultura e da ciência”.

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Dom Moacir Silva: ‘Estamos vivendo um tempo de evangelização da juventude’

O Beato João Paulo II confiou a Cruz JMJ e o Ícone de Maria aos jovens para que os levem pelo mundo como um símbolo do amor de Cristo pela humanidade.
Nos dias 14 e 15 de novembro, o Santuário Nacional de Aparecida acolhe os dois símbolos da Jornada Mundial da Juventude.

Jovens de todas as partes do Brasil já estão confirmando presença para as atividades que acontecem durante a 3ª Romaria Nacional da Juventude.
As dioceses da sub-região de Aparecida estão envolvidas na organização e acolhimento da Romaria, juntamente com a Arquidiocese de Aparecida e o Santuário Nacional.
Segundo o bispo de São José dos Campos (SP), Dom Moacir Silva, a juventude está no coração da Igreja.
“Estamos vivendo um tempo de graça, um tempo especial para a juventude. É um momento de preparação para a Jornada Mundial da Juventude de 2013 no Rio de Janeiro, para a Campanha da Fraternidade de 2013, um grande tempo de evangelização da juventude”, afirmou.

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