Noticias de ‘Frei Galvão’
Mais de 100 mil fiéis participam da novena e festa de Frei Galvão em Guaratinguetá
O Santuário Arquidiocesano de Frei Galvão, localizado no bairro Jardim do Vale em Guaratinguetá (cidade vizinha de Aparecida do Norte), recebeu mais de 100 mil pessoas durante a novena e festa do 1º Santo Brasileiro. Em 10 dias, foram distribuídos mais de oitenta e cinco mil envelopes com as pílulas de Frei Galvão.
Nesta terça-feira (25), dia da festa, foi celebrada missa solene às 10h, presidida pelo bispo da Diocese de Caraguatatuba, Dom Antônio Carlos Altieri. Às 17h aconteceu a procissão pelas ruas do bairro e, em seguida, missa, presidida pelo reitor do santuário, Padre Roberto Lourenço da Silva.
Segundo o reitor do Santuário, a grande participação de público nos nove dias da novena e no dia da festa, surpreendeu a todos da comunidade. “É o primeiro ano que estou à frente deste santuário, uma experiência nova pra mim e também para a comunidade porque, todo o evento deste ano, foi concentrado no santuário, diferentemente do ano passado, onde a novena e a festa foram realizadas no Recinto de Exposições de Guaratinguetá. A participação das paróquias e da nossa Arquidiocese foi muito grande, estou muito feliz com o resultado”, declarou.
Hoje é dia de Santo Antônio de Sant’Anna Galvão
Conhecido como “o homem da paz e da caridade”, Antônio de Sant’Anna Galvão, nasceu no dia 10 de Maio de 1739, na cidade de Guaratinguetá, São Paulo.
Filho de Antônio Galvão, português natural da cidade de Faro em Portugal e de Isabel Leite de Barros, natural da cidade de Pindamonhangaba, em São Paulo. O ambiente familiar era profundamente religioso. Antônio viveu com seus irmãos numa casa grande e rica, pois seus pais gozavam de prestigio social e influência política.
O pai, querendo dar uma formação humana e cultural segundo suas possibilidades econômicas, mandou Antônio, com a idade de 13 anos, à Bahia a fim de estudar no seminário dos padres jesuítas.
Em 1760 ingressou no noviciado da Província Franciscana da Imaculada Conceição, no Convento de São Boaventura do Macacu, na Capitania do Rio de Janeiro. Foi ordenado sacerdote no dia 11 de julho de 1762, sendo transferido para o Convento de São Francisco em São Paulo.
Em 1774, fundou o Recolhimento de Nossa Senhora da Conceição da Divina Providência, hoje Mosteiro da Imaculada Conceição da Luz, das Irmãs Concepcionistas da Imaculada Conceição.
Cheio do espírito da caridade, não media sacrifícios para aliviar os sofrimentos alheios. Por isso o povo a ele recorria em suas necessidades. A caridade de Frei Galvão brilhou, sobretudo, como fundador do mosteiro da Luz, pelo carinho com que formou as religiosas e pelo que deixou nos estatutos do então recolhimento da Luz. São páginas que tratam da espiritualidade, mas em particular da caridade de como devem ser vivida a vida religiosa e tratadas as pessoas de dentro e de fora do “recolhimento”.
Às 10 horas do dia 23 de dezembro de 1822, no Mosteiro da Luz de São Paulo, havendo recebido todos os Sacramentos, adormeceu santamente no Senhor, contando com seus quase 84 anos de idade. Foi sepultado na Capela-Mor da Igreja do Mosteiro da Luz, e sua sepultura, ainda hoje continua sendo visitada pelos fiéis.
Sobre a lápide do sepulcro de Frei Galvão está escrito para eterna memória: “Aqui jaz Frei Antônio de Sant’Anna Galvão, ínclito fundador e reitor desta casa religiosa, que tendo sua alma sempre em suas mãos, placidamente faleceu no Senhor no dia 23 de dezembro do ano de 1822″. Sob o olhar de sua Rainha, a Virgem Imaculada, sob a luz que ilumina o tabernáculo, repousa o corpo do escravo de Maria e do Sacerdote de Cristo, a continuar, ainda depois da morte, a residir na casa de sua Senhora ao lado de seu Senhor Sacramentado.
Frei Galvão é o religioso no qual o coração é de Deus, mas as mãos e os pés são dos irmãos. Toda a sua pessoa era caridade, delicadeza e bondade: testemunhou a doçura de Deus entre os homens. Era o homem da paz, e como encontramos no Registro dos Religiosos Brasileiros: “O seu nome é em São Paulo, mais que em qualquer outro lugar, ouvido com grande confiança e não uma só vez, de lugares remotos, muitas pessoas o vinham procurar nas suas necessidades”.
O dia 25 de outubro, dia oficial do santo, foi estabelecido, na Liturgia, pelo saudoso Papa João Paulo II, na ocasião da beatificação de Frei Galvão em 1998 em Roma. Com a canonização do primeiro santo que nasceu, viveu e morreu no Brasil, a 11 de maio de 2007, o Papa Bento XVI manteve a data de 25 de outubro.
Santo Antônio de Sant’Anna Galvão, rogai por nós!
Canonização de São Frei Galvão completa 4 anos
A canonização do primeiro santo nascido em terras brasileiras aconteceu há exatos 4 anos.
Às 10h06 de 11 de maio de 2007, após o canto da Ladainha de Todos os Santos, Bento XVI oficializava a Canonização de Frei Galvão e, em seguida, a multidão cantava pedindo a intercessão do santo. Tudo isso aconteceu no Campo de Marte, em São Paulo, durante a visita do Papa ao país.
Para marcar o aniversário de uma data tão importante, o Museu de Frei Galvão na cidade de Guaratinguetá, vizinha a Aparecida do Norte, conta com uma programação especial para esta quarta-feira. Será inaugurada uma exposição com imagens, estampas, orações e escritos do santo, bem como uma homenagem ao Beato João Paulo II, quem beatificou o brasileiro em 1998 e lhe deu os títulos de Homem da Paz e da Caridade e de Patrono da Construção Civil no Brasil.
Haverá também uma Missa Solene na Catedral de Guaratinguetá (SP), às 19h, e uma outra celebração às 15h, no Santuário de Frei Galvão, também em Guaratinguetá.
Serviço
Museu de Frei Galvão
Praça Conselheiro Rodrigues Alves, 48, 2º andar – Centro Histórico
Guaratinguetá – SP
(12) 3132-3022
Dia de Frei Galvão
O dia 11 de maio foi instituído pelo governo brasileiro como Dia de Homenagem a Frei Galvão, e passou a constar oficialmente no calendário histórico-cultural brasileiro, conforme publicação no Diário Oficial da União em 25 de outubro de 2007.
Liturgicamente, a Festa de Frei Galvão é no dia 25 de outubro. A data foi estabelecida pelo Papa João Paulo II, em 1998, na beatificação de Frei Galvão e, após a canonização, em 2007, o Papa Bento XVI preferiu manter esta data.
Dom Damasceno dá posse ao conselho do Santuário de Frei Galvão
O Cardeal Arcebispo de Aparecida, Dom Raymundo Damasceno Assis, dará posse no dia 26 de março (sábado) ao Conselho Consultivo do Santuário Diocesano de Frei Falvão. A posse acontecerá durante Celebração Eucarísitca, às 15h, na Igreja dedicada ao Santo, em Guaratinguetá.
Além do reitor do Santuário, Padre Roberto Lourenço da Silva, fazem parte do Conselho: Dairo Barbosa Santos, Arélio de Castro Figueiredo, Adir Gama Rocha e Luiz Antônio Sernobio.
O Cardeal Arcebispo de Aparecida, Dom Raymundo Damasceno Assis, constituiu canonicamente em dezembro de 2010 o Santuário de Santo Antônio de Sant’Anna Galvão. O decreto foi assinado no dia 8, data da solenidade da Imaculada Conceição.
Segundo Dom Damasceno, a criação do santuário foi o primeiro passo para separar a igreja de Frei Galvão da Paróquia Nossa Senhora de Fátima. “E como santuário podemos dar uma estrutura melhor para os devotos que visitam a igreja. E também será mais fácil fazer um planejamento mais global para o santuário”.
Com a criação do santuário, foi nomeado um reitor para cuidar dos trabalhos, que será o Padre Roberto Lourenço da Silva, que acumulará a função de pároco da Paróquia Nossa Senhora de Fátima.
Pílulas de Frei Galvão – No dia 08 de dezembro, Dom Damasceno também assinou decreto que regulamenta a confecção e distribuição das pílulas de Frei Galvão.
Pelo decreto, elas poderão ser confeccionadas, nos seguintes lugares da Arquidiocese de Aparecida: no Mosteiro da Imaculada Conceição, Igreja Catedral de Santo Antônio, Fraternidade Franciscana de Nossa Senhora das Graças, Mosteiro Mater Christi (Irmãs Clarissas) e no Santuário de Frei Galvão.
Dom Damasceno também determina que as pílulas não podem ser comercializadas.
O Brasil celebra hoje (25) o primeiro santo brasileiro.
Santo Antônio de Sant’Anna Galvão é festejado em Guaratinguetá (SP), cidade vizinha a Aparecida, onde está localizado o Santuário Nacional de Nossa Senhora Aparecida.
Na programação, novena e festa, na Igreja dedicada ao santo.
Durante os dias de preparação para sua festa, os fiéis refletiram ‘Os sacramentos na vida de Santo Antônio de Sant’anna Galvão’.
Hoje pela manhã houve uma concentração na Igreja de Frei Galvão e, em seguida, procissão até o Recinto de Exposições da cidade de Guaratinguetá, onde o arcebispo emérito de Belo Horizonte (MG), Cardeal Dom Serafim Fernandes de Araújo, presidiu uma missa solene.
O arcebispo de Aparecida, Dom Raymundo Damasceno Assis, enviou uma mensagem aos devotos de Frei Galvão por não poder comparecer a festa:
Caro padre Reginaldo
Prezados Paroquianos
Pela 3ª. vez consecutiva, fui convocado por Sua Santidade, o Papa Bento XVI, para participar do Sínodo dos Bispos, a realizar-se em Roma, de 10 a 24 de outubro. Ter recebido, mais uma vez, o convite do Santo Padre é, sem dúvida, uma honra e motivo de muita alegria. Por outro lado, lamento que este compromisso em Roma me impeça de participar da Novena dedicada a São Frei Galvão, nosso primeiro santo brasileiro. A exemplo deste grande santo sejamos apóstolos da caridade e da paz.
Deixo, pois, minha fraterna saudação ao Pe. Reginaldo, Pároco da Paróquia de Nossa Senhora de Fátima, às autoridades civis e militares presentes e, também, a todos os fiéis leigos da paróquia de Nossa Senhora de Fátima e de outras paróquias e cidades que estão participando desta novena para louvar, pedir e agradecer as graças alcançadas por intermédio de São Frei Galvão.
Faço votos de que esta Novena seja mais uma oportunidade de evangelização, de enriquecimento espiritual e de aprofundamento da fé, e que tudo transcorra num clima de família, de alegria e de paz.
Que Deus, por intercessão de São Frei Galvão, abençoe e proteja a todos.
Com meu abraço e a bênção,
Dom Raymundo Damasceno Assis
Arcebispo Metropolitano de Aparecida
Frei Galvão, um Santo de nossa gente – Antes de chegar a Aparecida, no dia 11 de maio de 2007 o Santo Padre Bento XVI , durante solene celebração no Campo de Marte em São Paulo, havia canonizado Frei Antônio de Sant’Ana Galvão.
Lá estava presente uma densa comitiva integrada por todas as paróquias da Arquidiocese. Isso porque o santo franciscano é historicamente ligado à Igreja que está em Aparecida.
Entre nós, quando Guaratinguetá era uma simples vila interiorana, ele nasceu e viveu seus primeiros anos. Ainda hoje são numerosos em nosso Povo de Deus os descendentes da família que gerou o primeiro santo brasileiro.
No Jardim do Vale, em Guaratinguetá está a primeira igreja dedicada ao Santo. Milhares de devotos aí acorrem para sua veneração.
Outros locais, tais como: a Igreja de Santo Antônio, onde provavelmente ele foi batizado; o Postulantado Frei Galvão, da Ordem dos Frades Menores; o Mosteiro da Imaculada Conceição da Ordem da Imaculada Conceição da Bem-Aventurada Virgem Maria, ou Irmãs Concepcionistas, entidade fundada em São Paulo por Frei Galvão; a casa onde nasceu o Santo; a Sala das Relíquias, ao lado dessa casa; todos esses lugares alimentam a devoção a nosso santo e fazem de Guaratinguetá a primeira Estância Religiosa do Estado de São Paulo.
Pílulas de Frei Galvão
Inicialmente Frei Galvão ía às casas orar com as famílias, pelas senhoras grávidas que tinham dificuldades de parto natural. Hoje os médicos fazem cesarianas e naquela época não havia este recurso.
Depois, Frei Galvão passou a enviar um pedaço de seu cordão, que usava junto à batina.
Com muita procura, criou as pílulas, na qual está escrita que a jaculatória: “Depois do parto, ó Virgem, permanecestes intacta. Mãe de Deus intercedei por nós”.
Um moço com fortes dores causadas por cálculos renais pediu a Frei Galvão que o abençoasse, para ficar livre da dor que era intensa. Foi aí que o Frei lembrou-se do infalível poder da Virgem Maria e, escreveu estas palavras do Ofício de Nossa Senhora.
Esta na verdade foi a origem das pílulas, que os devotos tanto procuram no Mosteiro da Luz (SP), e na Igreja de Frei Galvão em Guaratinguetá, que ajudam as mulheres na hora do parto, e tantos outros problemas.
Frei Galvão criou as pílulas – pela vida, não para diminuir o sofrimento da mãe ou facilitar o aborto, e sim para dar continuidade a vida – que a Igreja nos ensina a respeitar desde a concepção até à morte natural.
As mulheres que acolhem com generosidade a maternidade e geram novas vidas para a pequena e a grande família humana merecem todo respeito, apoio, e a Graça Divina.
Cada criança que vem ao mundo é promessa de renovação.
A ação de Frei Galvão tinha certamente esta direção à valorização da vida humana.
fonte: a12























